Convento da Penha

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convento É considerado o principal monumento religioso do Estado e símbolo de devoção a Nossa Senhora da Penha. Oito dias após a Páscoa, fiéis de todo o país se dirigem ao Convento em homenagem à Santa. A origem do culto à Nossa Senhora da Penha teve início em 1558, quando o Frei Francisco Pedro Palácio, vindo de Portugal, chegou em Vila Velha trazendo um painel da Santa. Segundo a versão popular, o quadro teria sumido da Gruta onde o Frei morava e assim indicou o lugar onde deveria ser construído, no alto de um morro de 154 metros.

A edificação da foi erguida por volta de 1560. A pequena capela construída pelo frei Pedro Palácios teve a sua primeira modificação em 1651, a pedido do filho do donatário Vasco Coutinho e outros principais da Vila que queriam construir um Convento no Espírito Santo, resultando em uma das mais belas edificações do Brasil Colonial. Desde então, o convento já passou por inúmeras reformas. A imagem da Penha, "Padroeira do Espírito Santo", que chegou em 1570 encomendada pelo Frei, a imagem de São Francisco e o painel de Nossa Senhora dos Prazeres, trazido por Pedro Palácios, é uma pintura a óleo de autor desconhecido tida como a mais antiga existente no Brasil, estão expostos no Convento.

Com objetivo de possibilitar a todos os fiéis a apreciação deste acervo, foi criado o Museu do Convento de Nossa Senhora da Penha, que possui como objetos vestimentas e demais artefatos utilizados pelos primeiros frades.

 

Morro do Moreno

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Tem 274 metros de altura, conta com local para pesca, rampa para vôo livre, fonte com água mineral, mirantes naturais, com espessa mata virgem à volta; possui três vias de escalada: duas de frente para a Terceira Ponte e uma de frente para a Praia da Costa. Orlado por uma vegetação remanescente de Mata Atlântica, rica em fauna e flora, onde muitas pessoas vao la para tirar fotos ou fazer piqueniques. O morro do moreno é um lugar muito conhecido por jovens e adolescentes, que gostam muito de ir lá.

O Morro do Moreno tem 274 metros de altura, está localizado próximo ao centro de Vila Velha, Estado do Espírito Santo, Brasil, Latitude 20°19'32.75"S Longitude 40°16'36.91"O. Ao seu lado encontra-se o Convento da Penha, que fica localizado também no topo de um morro. Os dois morros dão boas-vindas a todos que vão à cidade de Vila Velha, a partir da capital do Estado Vitória, passando pela Terceira Ponte. São cartões-postais da cidade.


Ladeira das sete voltas

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A antiga ladeira que dá acesso ao Convento originou-se do caminho feito por índios, escravos, primeiros moradores e devotos que trabalhavam na construção da primitiva capela, inaugurada em 1570. Desde então, essa trilha ficou conhecida como "caminho das sete voltas" ou da Penitência, devido ao seu declive acentuado e ao calçamento disforme. As sete voltas representam as "sete alegrias de Nossa Senhora", devoção pregada pela Ordem Franciscana:

  • Anunciação pelo Anjo Gabriel;
  • Visita de sua prima Isabel;
  • Nascimento de Jesus Cristo;
  • Recebimento do Espírito Santo por Jesus Cristo;
  • Apresentação de Jesus no Templo;
  • A ressurreição de Jesus;
  • Sua ascensão aos céus como rainha.


 Igreja Nossa Senhora do Rosário

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É a mais antiga do estado, sendo o início de sua construção em 1535, logo após a chegada do donatário, sob a forma de capela. Com a ajuda do jesuíta Afonso Brás e o irmão leigo Simão Gonçalves, receberam naquela época o acréscimo de uma nave maior e o nome de Igreja Santa Catarina, sendo depois denominada de . A praça da frente tem palmeiras imperiais e obeliscos em homenagem a Vasco Fernandes Coutinho e a Nossa Senhora dos Prazeres. A Igreja do Rosário é um bem tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), a partir de março de 1950.

 

Forte de São Francisco Xavier

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Anteriormente denominado Fortaleza de São Francisco de Piratininga, ou simplesmente Piratininga e também da Barra, se localiza na base do Morro da Penha, e no sul da barra de Vitória. Vasco Fernandes Coutinho teria construído uma pequena fortificação em 1535. Sua ampliação teve início no ano de 1700 e em 1703 o forte se encontrava bastante adiantado. No entanto, em 1705 sofreu investida inglesa e holandesa. O Conde Sabugosa mandou reedificar o Forte em 1726, marco do início da colonização, dando-lhe forma circular e aparelhando-o com 15 peças de canhoneiras.

Em 1862, foi cedido à Marinha e passou a servir como armazém, e logo após como a 1ª Escola de Aprendizes de Marinheiros, extinta em 1866. Aproveitando-se as amuradas, fizeram-se ampliações nas instalações, reinaugurando-se a Escola em 1909. Todavia, essa fase foi de pouca duração pois, já em 1913, a Escola foi mais uma vez extinta. Em consequência do seu fechamento, a antiga Fortaleza entrou em declínio pelo desuso, abrigando, então, em 1919, o 3º Batalhão de Caçadores, hoje o 38º Batalhão de Infantaria.

 

 

Museu Vale do Rio Doce

Antiga Estação Pedro Nolasco

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Antiga Estação Pedro Nolasco, localizada às margens da Baía de Vitória, possui um rico acervo, destacando- se a velha Maria-Fumaça do ano de 1925, o vagão de madeira, o trole, o telégrafo, o sino, fotografias, documentos e outros. O prédio foi construído em 1927, com o nome de Estação São Carlos. Em 1935, passou a se chamar Pedro Nolasco em homenagem ao engenheiro que fez parte da história da construção da linha ferroviária que ligava o Espírito Santo ao interior de Minas Gerais. A ferrovia teve fundamental importância no escoamento da produção de minério de ferro e de outros produtos vindos de Minas Gerais.

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